
Eu e o restante da torcida alvinegra torceu o nariz ainda no final de 2008, quando foi anunciada a contratação do volante Fahel. Quase 3 meses depois, o jogador vindo do Goiás aumentou consideravelmente o aproveitamento das bolas aéreas para o glorioso. Em tese foram quatro gols do camisa 8, 3 deles em cabeçadas após cobranças de escanteio. Taticamente ele vem surpreendendo a todos, e mesmo ainda não sendo um exímio marcador, está em alta devido a seu eficiente apoio ao ataque.
O esquema com muitos marcadores utilizado pelo técnico Ney Franco permite aos volantes que saiam sem perigo para o jogo. E sua teimosia vem dando certo, mesmo contrariando a torcida, que prefere a presença de Batista ao invés de Léo Silva e que implora pela saída do estabanado zagueiro Émerson. A partida diante do Fluminense estava anunciada que seria pressão do tricolor versus os contra ataques botafoguenses. Mas o primeiro tempo ganhou emoção, com bons momentos do atacante Reinaldo que incomodou a defesa adversária.
A volta para o segundo tempo com o placar de 1 a 0, deixava claro qual seria a postura das equipes. Até achei que o Botafogo se fechou ao extremo, abdicando completamente de avançar, fazendo com que toda a segunda etapa, o Fluminense permanecesse no setor ofensivo. Beneficiado pela falta de criatividade e do pobre repertório tricolor, os alvinegros saíram de campo consagrados por interceptarem todas as tentativas alheias. Após o sufoco, o alívio de chegar a mais uma final de Taça Guanabara.
Desta vez, a final não será decidida em um clássico, mas sim contra o surpreendente Resende, que aprontou pra cima do Flamengo. Como é provável a ausência do artilheiro Victor Simões na partida, Ney Franco deve repetir esta escalação. Desde que a postura seja aquela do primeiro tempo, não me oponho quanto a seus preferidos. O que é difícil de aturar, é um time que marca um gol e se posiciona totalmente na retranca. Isto não é tática para se confiar, ainda mais em uma final decidida em apenas um confronto. Chega de contar com a sorte. É hora de se impor como o clube grande que somos.
O esquema com muitos marcadores utilizado pelo técnico Ney Franco permite aos volantes que saiam sem perigo para o jogo. E sua teimosia vem dando certo, mesmo contrariando a torcida, que prefere a presença de Batista ao invés de Léo Silva e que implora pela saída do estabanado zagueiro Émerson. A partida diante do Fluminense estava anunciada que seria pressão do tricolor versus os contra ataques botafoguenses. Mas o primeiro tempo ganhou emoção, com bons momentos do atacante Reinaldo que incomodou a defesa adversária.
A volta para o segundo tempo com o placar de 1 a 0, deixava claro qual seria a postura das equipes. Até achei que o Botafogo se fechou ao extremo, abdicando completamente de avançar, fazendo com que toda a segunda etapa, o Fluminense permanecesse no setor ofensivo. Beneficiado pela falta de criatividade e do pobre repertório tricolor, os alvinegros saíram de campo consagrados por interceptarem todas as tentativas alheias. Após o sufoco, o alívio de chegar a mais uma final de Taça Guanabara.
Desta vez, a final não será decidida em um clássico, mas sim contra o surpreendente Resende, que aprontou pra cima do Flamengo. Como é provável a ausência do artilheiro Victor Simões na partida, Ney Franco deve repetir esta escalação. Desde que a postura seja aquela do primeiro tempo, não me oponho quanto a seus preferidos. O que é difícil de aturar, é um time que marca um gol e se posiciona totalmente na retranca. Isto não é tática para se confiar, ainda mais em uma final decidida em apenas um confronto. Chega de contar com a sorte. É hora de se impor como o clube grande que somos.
Brasileiro que não curte carnaval, sofre neste período com a escassez de futebol na mídia. A solução foi recarregar as energias no litoral catarinense. Lá, o assunto nas horas vagas não poderia ser outro, senão as previsões dos favoritos aos títulos estaduais e as corriqueiras discussões de quem está em melhor fase neste início de temporada.
Mas enfim, para descontrair, passei a tarde assistindo simultaneamente, os confrontos de ida das oitavas de finais da Champions League. Em especial para a partida sem gols entre Internazionale e Manchester. Impressionante é a fase do goleiro Júlio César, fechando o gol de todas as maneiras. Apenas o Arsenal saiu com vitória diante da Roma nestes primeiros 4 confrontos. Lyon e Barcelona e Atlético de Madrid versus Porto também ficaram no empate.













O atacante Kléber chega ao Cruzeiro elogiando a boa estrutura na Toca da Raposa e projeta uma boa campanha do time mineiro na Taça Libertadores. O gladiador como era conhecido no Parque Antártica tem a missão de substituir o jovem Guilherme, vendido ao Dínamo de Kiev da Ucrânia. Kléber terá de disputar posição com Welington Paulista, Jael e Soares, todos recém chegados ao clube celeste. Mas convenhamos de que, alcançar a titularidade não será problema para ele.