segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Parabéns ao merecido campeão!!!

Por mais que seja doloroso assistir a um rival levantar o título, ainda mais dentro da nossa própria casa, é preciso dizer que o Fluminense é o merecido campeão de 2010. Alguém que fica 23 de 38 rodadas na liderança, não é por acaso que levanta o caneco.

O que o time das Laranjeiras tem que os demais não têm? Eu digo! Tem um treinador perspicaz, que sabe exatamente a hora de atacar, de defender e a hora de manter a posse de bola. E, sobretudo, tem Conca. O argentino além de ter sido o melhor jogador da competição, tem a incrível marca de 38 partidas neste Brasileirão, ou seja, não desfalcou o tricolor em nenhuma partida sequer.

Só estes 2 ingredientes já bastam para entender porque o Fluminense foi campeão e não o Cruzeiro ou o Corinthians. No mais o time de Muricy é bem servido em todos os setores, embora não tenha nada de extraordinário. Fred e Deco que deveriam ser protagonistas do time, assistiram do departamento medido o argentino brilhar com o time sob seus ombros.

Como disse lá no início, não é fácil reconhecer que seu rival é o campeão nacional da temporada, mas em contrapartida é bom saber que aos poucos, a hegemonia paulista que prevaleceu por muito tempo, está sendo rompida com essa dobradinha carioca. O bom é que os títulos da dupla FLA-FLU , talvez faça os rivais Botafogo e Vasco acordarem para a realidade. Talvez...

BOTAFOGO: encerro o ano de 2010 decepcionado com o meu time, pois para quem almejava alcançar uma vaga na Libertadores, o time rendeu muito, mais muito abaixo do esperado nas últimas rodadas e pagou o preço por isso, sendo massacrado pelo Grêmio no desfecho da competição. O Grêmio por sinal é quem mais merece esta vaga, muito mais do que o rebaixado Goiás. Mas voltando ao Botafogo, fico chateado pois estamos refém de um técnico fraco, cujo seu repertório é curtíssimo e que se acha acima do bem e do mal. Temos boas peças para iniciar uma nova temporada, embora seja extremamente necessário a mudança no comando técnico da equipe e a reformulação de algumas peças que estão enferrujadas no clube.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

"Quarteto fracasso"

Segundo o nosso ilustre torcedor Zé Fogareiro, do Blog do Torcedor, este é o "quarteto fracaso" do Botafogo, que ao invés de meter medo nos adversários, causa pânico, pavor e tira o sono dos alvinegros.

Vamos por partes. Os 4 elementos abomináveis do Botafogo já esgotaram a paciência do torcedor a muito tempo e pior que isso, estão comprometendo o desempenho time, jogo após jogo. Só o Joel Santana que não enxerga isto.

Leandro Guerreiro: sempre foi muito identificado com a nação alvinegra, por sua garra e entrega em campo, mas seus vacilos em horas fundamentais foram gastando sua credibilidade e hoje, muitos estão convencidos de que seu ciclo no clube chegou ao fim.

Alessandro: nunca foi um primor de lateral, mas em determinadas ocasiões jogou com bravura e creio que apenas por isso ainda continua no clube, pois há muito tempo está na lista negra das arquibancadas e geralmente é um dos mais vaidados.

Fahel: nunca descobrimos o real motivo de sua contratação, pois jamais fez algo que impressionasse em sua carreira. Tem muita vontade e só, é limitado demais para atuar em um clube de 1º divisão.

Lúcio Flávio: são 5 anos de Botafogo. Podemos dizer que 2 deles foram produtivos. Outros 2 anos foram apenas medianos, alternando boas e más partidas. Neste ano a coisa desandou e o camisa 10 está cada vez mais perdido em campo, mais omisso e pior, cada vez mais intocável. Poderia ter evitado este desgaste todo se tivesse saído do clube junto do Juninho, mas resolveu ficar e azedou de vez sua relação com a torcida.

Conseguindo ou não a vaga para a Libertadores de 2011, está na hora do Botafogo renovar os ares e se livrar de alguns jogadores que não rendem mais o esperado. Temos uma boa base com jogadores como o Jéfferson, Fábio Ferreira, Marcelo Mattos, Somália, Maicosuel, Herrera e Loco Abreu. O Antônio Carlos se não ficar fazendo leilão também poderia prosseguir, assim como Caio, que precisa amadurecer mais um pouco. Tem também o caso do Jóbson que é uma incógnita, pois é um caso de jogador talentoso que não toma juízo. Enfim, o "quarteto fracasso" poderia seguir suas vidas longe de General Severiano, e com eles o enganador Joel Santana, que já fez o tinha que fazer: ganhar o estadual. Nenhum destes fará ao glorioso, eu garanto!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Garoto problema

Algo está errado quando um jogador está nas manchetes de jornais por qualquer outro motivo que não seja propriamente o futebol. Este tem sido o caso do atacante Jóbson. O jogador alvinegro foi protagonista do time que escapou do rebaixamento em 2009, quando por pouco não foi banido do futebol por consumo de cocaína. O atleta recebeu uma segunda chance de recomeçar sua carreira e teve sua pena reduzida. Porém o jovem talentoso não tem feito por merecer essa chance de reabilitação e freqüentemente tem estampado os jornais por confusões fora do campo, além do envolvimento com bebidas alcoólicas.

Desde que retornou ao Botafogo em 2010, Jóbson fez boas partidas ao lado de Maicosuel e Herrera e ajudou a equipe a subir na tabela com cinco vitórias consecutivas. Depois o jogador se lesionou e os problemas começaram a ruir. Sua volta aos gramados foi sendo adiada rodada pós rodada, misteriosamente a cargo do departamento de futebol. Regressou a ao time somente contra o Palmeiras na 29ª rodada e desde então teve raros momentos de brilho, marcando apenas um gol. Muito pouco para quem exigiu tanto empenho da diretoria em sua contratação.

Minha opinião: Jóbson é um jogador de um talento invejável, capaz de decidir uma partida com seus dribles desconcertantes, porém há tempo tem demonstrado ser descabeçado e irresponsável com sua carreira. Um jogador que recebeu a oportunidade de se reabilitar como ele, deveria ficar distante de qualquer coisa que possa denegrir sua imagem, já manchada pelo episódio do doping. Se for pra continuar no clube em 2011, eu espero que ele se comprometa com os objetivos do time e tome juízo, pois qualquer recaída dele, provavelmente o tribunal não terá a mesma clemência que teve da última vez.